sábado, 25 de julho de 2009

Futebol animado

Encanta-me o comportamento dos torcedores de futebol no Brasil. Tenho a impressão de que a história e os mitos de cada clube acabam conformando um torcedor com uma personalidade específica, diferente de todos os outros. No fim das contas, suas loucuras, trapalhadas e tiradas de humor lembram desenhos animados.

Então, eu fiquei pensando: seriam os clubes brasileiros comparáveis a personagens de desenhos? Se tentássemos, como ficaria?

É possível que outro
s já tenham feito o exercício. Não tive saco para checar. De qualquer forma, os resultados serão sempre diferentes. Para que não me acusem de clubismo, não deixei de incluir o meu, humildemente, no fim da lista (já que na tabela ele está no topo).


Flamengo: Pokemón
Disp
õe de uma quantidade absurda de fãs apaixonados. Falta ainda descobrir um jeito de dar alguma alegria a eles.



Fluminense: D. Florinda
Agarra-se a um passado glorioso e tradicional, quando era "de elite". No presente, está mais bagunçado que a vila do Chaves.



Botafogo: Hardy Har Har
Supersticioso ao extremo, cheio de traumas. Costuma culpar o azar e os outros pelas coisas que, na sua imaginação, só acontecem com ele.



Vasco: Kenny McCormick
Suburbano aceito de má-vontade pelos "amigos" mauricinhos. Sobreviver, para ele, já é motivo de grande comemoração.



São Paulo: Riquinho
Seus brinquedinhos caros enchem todo mundo de inveja, mas muitas vezes ele próprio não sabe o que fazer com toda aquela tralha.


Palmeiras: Garfield
Egocêntrico incorrigível e fanático por comida italiana, costuma sofrer horrivelmente ás segundas-feiras.


Santos: Tutubarão
Parece um peixão assustador, mas revela-se desajeitado e trapalhão. No fim, acaba sempre reclamando da "falta de respeito" dos adversários.



Corinthians: Homer Simpson
Tem o olho maior que a barriga e uma capacidade incrível para fazer escolhas equivocadas. Se não fosse sua "fiel" esposa, sabe-se lá o que já teria ocorrido.


Grêmio: Gastão
Gosta de andar engomadinho e de companhias de alta classe. Mas, usualmente, mantém-se no papel de coadjuvante.



Internacional: Obelix
É amado em sua aldeia pela força que tem, mas em cada aventura comete ao menos uma grande besteira.


Cruzeiro: Stewie Griffin
Seria bom estrategista se não fossem a
megalomania e o complexo de superioridade, agravados pelo comportamento de bebê chorão.



Atlético: Capitão Caverna
Quando empolgado, corre feito um louco e faz um barulho ensurdecedor. Em geral, acaba esborrachando a cara em um poste.

Um comentário:

Marcos Braga disse...

HAUHAUAUAHUA.....Muito bom!!! Gostei do Stewie!!!